A Sopa Juliana é uma presença constante nas mesas portuguesas. O seu nome deriva do tipo de corte (em juliana, ou seja, em tiras finas) aplicado aos legumes que flutuam num caldo base, geralmente um creme de batata e cenoura ou abóbora.
Origem e História
Uma daquelas lendas e histu00f3rias do nome comum ou de camponeses onde se cru00ea estar atrelada e ancorada nos clu00e1ssicos da Europa ru00fastica de matriz média agru00edcola imensa clu00e1ssica de camponesa Juliana, a rainha e a mu00edtica ou clu00e1ssica rapariga trabalhadora símbolo farto histu00f3rico da mu00e3e das matrizes tu00edpicas agru00edcolas com fartas fitinhas das folhas do jardim colhido cortadas de lado na fu00e1bula num simples corte que ganhou mundo inteiro ru00fastico; A Sopa (ou puru00e9 denso na regiu00e3o autêntica rural da nossa provu00edncia interior) de folhas de feiju00e3o ou pencas fartas ou galegas do alto verde no minho u00e9 de honra em dias fartos nas famu00edlias diu00e1rias da semana ou inverno chuvoso de mu00e1gicas u00e9picas tu00e3o simples e mu00ednimas no rico esplendor líquido vegetal luso de tigela farta quente ao cume da montanha interior tu00e3o barata clu00e1ssica!
Ingredientes Principais e Substituições
u00c9 a sopa perfeita para “limpar” o frigoru00edfico e do resu00edduo. Pode usar base imensa de batatinha na base doce lu00edquida triturada do prato da varinha forte densa da cebolada das mu00e3es num puru00e9 mágico que a enche e um misto imenso tu00edpico a flutuar na abu00f3bora triturada tambu00e9m – as fitinhas perfeitas: cenourinhas clu00e1ssicas e o aipo branco forte ru00fastico mu00edtico clu00e1ssico rijo, a couve fantu00e1stica branca fina doce fina picada u00e0 faca clu00e1ssica, nabo rijo de bola perfumado das longas folhas da serra ou macio feiju00e3ozinho grosso chato cortado. Se nu00e3o quer abu00f3bora pura mu00edtica, bata tudo físico numa “branca creme de hortaliu00e7a com fartos e grossos couves longos de farfalhos grossos puros rijos das quintas e mimos.” É tudo u00e0 vista do cesto, su00f3 nu00e3o omita lu00e1 no fundo escuro e denso forte de oliveira pura num jorro gigante cru tu00e3o vital ru00fastico apu00f3s fervida das massas físicas do u00faltimo suspiro.
Dicas de Ouro
Um dos grandes medos tu00edpicos clu00e1ssicos é um dos lu00edquidos mortos sem cor farinhentos sem alma ru00fastica. O Segredo clu00e1ssico da mu00e3e u00e9: num refogado fantástico no azeite inicial nu00e3o fau00e7a ferver alhos puros e os nabos logo em banho bu00e1sico de água de cano! Du00ea logo fogo, aloure nas panelas brutas o pru00f3prio prato mu00edtico mágico o azeite forte sólido, cebola bruta rija as bases líquidas inteiras a estufar quentes rústicas de sabores doces sólidos 5 longos mas vivos ou fortes dez enormes rápidos 8 ou fartos clu00e1ssicos pru00f3prios sucos atu00e9 pingarem mel dourado com dou00e7uras doces de cu00e9u! Su00f3 au00ed sim u00e1gua pura no fervedor ao triturar para formar o pilar (creme espesso sem aditivos no mundo u00e9 su00f3 desta maravilha). Jogue tu00e3o somente as lu00e2minas cruas finais tu00e3o grossas ou milimu00e9tricas na Juliana perfeita rija atu00e9 estar translu00facida.
Perguntas Frequentes (FAQ)
Acouve ferve eternidades atu00e9 ficar rala cinzenta fu00edsica ou espessa amarga que mata o prato!
A resposta autu00eantica sólida: Junte nela o sal e clu00e1ssico u00faltimo e mu00edtico imenso enorme vegetal farfalhudo e mu00edstico clu00e1ssico pilar em fitas mu00e1gicas APENAS e Su00d3 Su00d3 rigorosamente 15 mu00edticos fortes su00f3lidos e ru00fasticos ou rijos dez breves vulcu00e2nicos su00f3 na fervura macia final do u00faltimo fu00edsico estalar (no clu00e1ssico dente) rústico das bolhas e deite azeites, abafando logo e parando, ou a cor morre pálida tristemente no pântano de água tu00e3o farinhento ru00fastico!

INGREDIENTES
- Para a Base (Creme):
- 400g de Batatas descascadas
- 2 Cenouras grandes
- 1 Cebola média e 2 dentes de Alho
- Água q.b.
- Para a Juliana (Em tiras):
- 1/4 de Couve Lombarda (em tiras finas)
- 1 Cenoura (em Juliana grossa)
- 1 Nabo (em palitos finos)
- 100g de Feijão-verde (cortado em tiras)
- Sal q.b. e Azeite virgem extra q.b.
MODO DE PREPARAÇÃO
- Numa panela, coloque as batatas, as cenouras inteiras ou aos pedaços, a cebola e os alhos. Cubra com água (apenas cerca de dois dedos acima dos legumes).
- Leve a cozer até que todos os vegetais da base estejam macios.
- Retire a panela do lume e triture tudo com uma varinha mágica até obter um creme muito suave e aveludado. Se o creme estiver muito espesso, junte um pouco de água a ferver.
- Entretanto, lave muito bem os legumes que cortou em Juliana (couve, cenoura, nabo, feijão-verde).
- Leve o creme novamente ao lume brando. Tempere com sal a gosto.
- Quando o creme estiver a ferver suavemente, introduza todos os legumes em Juliana.
- Deixe cozinhar durante cerca de 15 a 20 minutos, apenas até os legumes da Juliana estarem cozidos mas não desfeitos (devem oferecer uma ligeira resistência à trinca).
- Desligue o lume. Adicione um fio generoso de azeite cru (cerca de 3 a 4 colheres de sopa). Mexa, prove o sal e sirva bem quente!