O Pudim Abade de Priscos é a Capela Sistina da doçaria tradicional portuguesa. O seu aspeto é de um denso pudim amarelo, brilhante e sedoso, mas no seu interior esconde um segredo que o eleva ao cume: o uso engenhoso de toucinho de porco (sim, carne de porco!) numa sobremesa.
Origem e História
Criado no século XIX por Manuel Joaquim Machado Rebelo (o famoso Abade de Priscos, em Braga). Diz a lenda que de entre o enorme reportório criativo clássico que ele nunca redigiu ou deixou formal, este sobreviveu. Servido nas famosas mesas faustosas reais de então, hoje ostenta imensamente e brilhantemente fama mítica típica sólida de realeza em todo o pas e na província Minhota.
Ingredientes Principais e Substituições
Para fazer isto precisa do essencial autêntico e físico: Toucinho das costas do porco fresco puro branco claríssimo (gordura gorda farta imensa, jamais fumada ou do ventre pálido da fêmea de chouriço com sólidas febras misturadas – toucinho PURO), imensa Água, muito Açúcar forte puro, Vinho do Porto rijo (um cálice velho), Limão e Canela mítica nos odores da essência farta sólida clássica das brutas 15 Gemas que o vão compor em sólida torre! Para sobremesas da família pode ler as alternativas e outras doces maravilhas na secção.
Dicas de Ouro
O Toucinho NÃO está no pudim em físicos pedaços. Ele entra aos finos bocados macios unicamente a ferver e estufar imensamente na autêntica e física calda de açúcar, limão e canela, libertando a gordura (a banha invisível macia imensa que dá uma pátina amanteigada sedosa imbatível de veludo u00e0s 15 gemas quentes clássicas puras e sólidas da massa). Ao verter ou na fu00edsica da mistura no fervedor apu00f3s atingir o ponto espadana, coa-se logo forte antes do frio fu00edsico e antes do deuses bater clássico para rejeitar de vez e atirar ao lixo sólido os pedaços brutos ou derretidos finos farfalhudos orgânicos das fu00edsicas fitas carnais gordas ou os fortes paus! No prato final é só um aveludado pudim puro húmido cego imenso místico perfumado e su00f3lido no brilho amarelo!
Perguntas Frequentes (FAQ)
Como deverei cozer este portento que abala logo que se toque?
Banho Maria clu00e1ssico rijo num forno su00f3lido típico farto de calor, mas com a forma tampada (as típicas panelinhas clu00e1ssicas ou panela tapada metálica), e nunca abra ou tire o pudim fu00edsico morno do banho e o atire fora num prato de chapa: vai colapsar e estilhaçar em 15 ovos espessos em geleia derretida feia triste no caos de sólida de pressão farfalhuda ou espessa e dura amarga sem pilar de estandarte ru00fastico fu00edsico. Só ao frigorífico até ao dia de amanhã (12 horas gélidas do doce gordo) para a mágica textura gelar dura até o “Bater de leve nas laterais fu00edsicas” virar num som de bomba sólida e perfeita. Desenforme em frio total num golpe de deus.

INGREDIENTES
- Para o Caramelo:
- 150g de Açúcar e umas gotas de água (ou caramelo líquido de compra)
- Para o Pudim:
- 400g de Açúcar
- 4 dl de Água
- 50g de Toucinho Gordo (de preferência entremeado de presunto de Chaves)
- 15 Gemas de Ovo
- 1 Cálice de Vinho do Porto
- Casca de 1 Limão e 1 Pau de Canela
MODO DE PREPARAÇÃO
- Comece por preparar o caramelo, derretendo os 150g de açúcar numa frigideira. Verta-o imediatamente para uma forma de pudim com buraco no meio (forma metálica com tampa), espalhando bem o caramelo pelas paredes e pelo fundo. Reserve.
- Num tacho, deite os 400g de açúcar, a água, a casca fina de limão, o pau de canela e a fatia de toucinho gordo.
- Leve ao lume médio/forte sem mexer. Deixe ferver até atingir o "ponto de fio". Se tiver termómetro, são cerca de 103ºC a 105ºC. Sem termómetro, observe quando a calda, ao cair da colher, formar um fio contínuo que não quebra facilmente.
- Desligue o lume. Retire a casca de limão, o pau de canela e o toucinho. Deixe a calda arrefecer até ficar morna (se deitar quente sobre os ovos, estes talham).
- Numa taça, bata ligeiramente as 15 gemas juntamente com o Vinho do Porto. Atenção: apenas envolva com uma colher de pau ou vara de arames lenta, não bata demasiado para não criar muita espuma de ar no pudim.
- Passe as gemas por um passador de rede fina para dentro de outra taça (isto retira a película das gemas e evita cheiro intenso a ovo).
- Verta a calda de açúcar, em fio muito lento, sobre as gemas passadas, mexendo suavemente com a vara de arames até incorporar.
- Deite o preparado para dentro da forma de pudim caramelizada e tape com a tampa da forma.
- Numa panela de pressão (ou tacho normal com água até meia altura da forma), coza o pudim em banho-maria. Na panela de pressão bastam 20 a 25 minutos após começar a apitar. Num tacho normal, coza cerca de 50 minutos a 1 hora.
- Retire a forma da panela com cuidado, e deixe arrefecer completamente (idealmente de um dia para o outro no frigorífico) antes de tentar desenformar, senão o pudim partir-se-á.
- Desenforme, mergulhando a base da forma em água quente por uns segundos para o caramelo soltar, e vire para um prato fundo.